terça-feira, 11 de maio de 2010

Pentecostes

O Pentecostes é o nome de uma festa do antigo calendário bíblico, (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:

o Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse nome.(Ex 23.16).
o Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
o Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.
o Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego passou a ter hegemonia em 331 a.C., é provável que o nome Pentecostes tenha ganhado popularidade a partir desse período

Da cerimônia


Miniatura de 1200d.C.
Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:

o a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
o a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
o o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
o no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
o Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
o As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).
Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).
Características da celebração

o A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
o A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
o Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus famíliares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
o Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
o Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
o Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostes

Liturgia

3ª feira da VI semana da Páscoa/Cor Branca
Ofício do dia de semana do Tempo Pascal
Leituras: At 16,22-34
Sl 137(138), 1-2a. 2bc-3. 7c-8 (R/. 7c)
Jo 16,5-11
Liturgia das Horas -> Laudes Pag. 802 - Hora Média Pag. 803 - Vésperas Pag. 804
Oração das Horas -> Laudes Pag. 584 - Hora Média Pag. 585 - Vésperas Pag. 585 Páginas

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Liturgia Diária

Quinta-feira 22 de Abril de 2010
3º Semana d Páscoa
Leituras: At 8,26-40;Sl 65(66),8-9.16-17.20; Jo 6,44-51
Liturgia das Horas: Laudes Pag. 657 Hora Média pag. 659 Vésperas pag 659
Oraçã das Horas: Laudes pag.526 Hora Média pag 527 Vésperas pag.527












Nós da OCDS Comunidade Nossa Senhora do Carmo de Goiânia-Goiás, juntamente com o Grupo de Trindade, tivemos a graça, um tempo de graça muito grande, no Carmelo da Santíssima Trindade e da Imaculada Conceição, a presença de nossos Frei Carmelitas: Na Quaresma tivemos a presença do Frei Alzenir Debastiani,OCD, na Semana Santa esteve conosco o Frei Pierino,OCD, e na Páscoa o Frei Afonso,OCD, nós muito gratos a Deus por tanta graça e aos nossos querido Freis.

quinta-feira, 8 de abril de 2010
















Na Semana Santa nós da OCDS de Goiânia e o Grupo de Trindade-Goias,tivemos a graça e estar conosco o nosso querido Frei Pierino,ocd, que passou essa semana, presidindo as Celebrações da Semana Santa no Carmelo Santissíma Trindade e da Imaculada Conceição em Trindade-Goiás, ao teve encerramento todos juntos com uma Pascoela no Locutório do Convento, cantamos, demos muitas gargalhadas, o frei Pierino fez declamações dos seus Poemas, Irmã Teresinha também fez suas declamações dos seus poemas.Queremos agradecer a Deus por esses momentos maravilhosos,de podermos estarmos juntos nós seculares juntamente com as Monjas,ocd e os Freis,ocd.